Os bastidores de “Nossas Cores”

Eis que no dia 17 de setembro eu colocava o meu conto, “Nossas Cores”, à venda no site da Amazon. Depois de ter criado minha…

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Eis que no dia 17 de setembro eu colocava o meu conto, “Nossas Cores”, à venda no site da Amazon. Depois de ter criado minha conta como autor, a expectativa só aumentou em relação à campanha de divulgação.
Para a minha surpresa, consegui o apoio de várias pessoas divulgando a história de Giovannah e Layla. Na verdade, até hoje recebo o feedback de quem conheceu o conto e curtiu-o. Isso é muito importante para nós ~olha que chic~ escritores! 😉 
Como gosto de escrever bastante sobre a minha vida, muita gente acha que os fatos de “Nossas Cores” são reais. Alguns até aconteceram na minha vida, mas não da forma como está escrito. Em resumo, o conto é só ficção mesmo.

A seguir, confira um FAQ sobre “Nossas Cores”:

1) Tive convivência com cadeirante para saber a realidade da pessoa?
Sim, tive e ainda tenho contato com cadeirantes, tanto no trabalho como em outros ambientes. Na faculdade eu conheci a Lizandra, que também é escritora. Antes dela, aprendi muita coisa com o Fábio, um vizinho que é fera no computador e sempre me ajudava a imprimir meus trabalhos escolares.
Por último, mas não importante, acompanho de perto a rotina de uma colega de trabalho, a Kethullen. Durante um dos vários almoços que temos no restaurante da firma, ela me contou um pouco das suas maiores dificuldades.
2) Por que a história se passa há uma década e não nos tempos atuais?
Quando eu estava escrevendo o conto, não tinha pretensão de lança-lo. Eu só queria relembrar um pouco da minha adolescência e tals.
De vez em quando eu me pego vendo os layouts antigos das redes sociais, tipo o Orkut, MSN, Twitter… Bate uma nostalgia tão boa ao relembrar esses momentos. Foi com esse sentimento que eu conduzi “Nossas Cores”.
3) Como foi o processo de escrita do conto?
O meu tempo para projetos pessoais é bem curto, porque trabalho no Departamento de Marketing de uma rede de supermercados, em Araguaína. A demanda é muito grande!
Eu escrevi o conto após chegar do trabalho, no meu horário de almoço, aos fins de semana… Todo tempo que me sobrava era para abrir o documento e escrever novas ideias. Acho que passei quase um mês para revisar, criar capa e afins.
Vale ressaltar que durante todo o processo de escrita eu ouvi a playlist oficial do conto. Ela está disponível no Spotify e Deezer.
4) Por que os nomes Giovannah e Layla?
Então… Os nomes não surgiram por acaso e têm uma explicação coerente. Vamos lá!
Sobre Giovanah
Há alguns anos eu comecei a rascunhar a história “Meu nome é Giovana”, onde uma adolescente dos Estados Unidos era adotada por um casal homoafetivo. Infelizmente, perdi os capítulos junto com o meu antigo computador, mas sempre guardei na mente as ideias e os personagens. Em “Nossas Cores”, resolvi inserir Ricardo e Bruno e, claro, a nossa amada Gioh.
Sobre Layla
Durante o ensino fundamental e primário, conheci uma menina chamada Layla. Ela era roqueira e tinha um estilo totalmente alternativo. Sempre a admirei e, se eu fosse mulher, com certeza seria uma Layla-doidinha-da-vida.
5) Giovannah e Laylah ficam realmente juntas?
Sinceramente, eu não pensei se os personagens ficariam juntos no final ou algo do tipo. Para mim, “Nossas Cores” é uma história onde uma garota descobriu seus sentimentos pela melhor amiga e, mesmo com medo, deixou as coisas fluírem. As chances são duas: dar certo ou não dar certo. Fica à critério do leitor acreditar em uma das opções. 😉
6) A história vai ter continuação?
Não pretendo prosseguir com a história, porque não vejo cobrança dos leitores em relação a isso. Eu posso, quem sabe, inserir os personagens em outros contos, um livro futuro ou algo do tipo. Porém, segunda parte para “Nossas Cores” está fora de cogitação.
Enfim… É isso! Se alguém tiver alguma dúvida, só me chamar no Twitter ou mandar mensagem no Instagram! Desde já, ‘brigadão a todos pela ajuda e feedback!

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