Sonhos engavetados

É fato que tenho muitos sonhos na mala. Ainda não tive tempo de desfazê-la, tampouco organizar as coisas em seus devidos lugares e apreciar os…

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É fato que tenho muitos sonhos na mala. Ainda não tive tempo de desfazê-la, tampouco organizar as coisas em seus devidos lugares e apreciar os bons momentos guardados na mente. Porém, isso não quer dizer que simplesmente fico inerte. Não é bem por aí…

Apesar de ser uma pessoa considerada por muitos como o extremo do signo de virgem no quesito “organização”, quando se trata de projetos pessoais, vou empurrando tudo com a barriga. Vivo no meio de uma bagunça mental, esse é o fato.

Um dia aquele livro será publicado, é o que penso constantemente.

Ah, mas aquelas crônicas que escrevi pra um futuro livro serão usadas, sim. O momento vai chegar, também acredito nisso, mas as pastas do computador continuam sendo criadas com novos projetos e histórias inacabadas.

Enquanto os projetos não são concluídos ou expostos a todos, continuo a escrever, criar, motivar amigos pra futuras parcerias… Eu gosto disso!

Curto muito saber que, apesar de não ter obtido sucesso algum, estou sempre criando, inovando e colocando a cachola pra pensar. É o que me faz sentir vivo e útil.

Quero deixar de ser assim. Tipo… Preciso começar os meus projetos, ir até o fim e depois divulgar. Sei que toda publicação corre risco de críticas, flop e afins. Mas, se não publicar, você não corre risco algum. Nem de crítica, tampouco do sucesso. E acho que quero o sucesso… Críticas também. Elas deixam a coisa um pouco chic, né?!

Fica aqui registrado o meu protesto a mim mesmo:

Preciso parar de me autosabotar e adiar o sucesso. Ou as críticas. Seja o resultado bom ou ruim, necessito andar pra frente. Estou cansado de ficar na mesmice, no mesmo lugar.

Hora de mudar? Partiu!

Hora de crescer? Partiu!

Hora de finalizar aquele conto sobre um carinha perdido numa campanha eleitoral? Yes!

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