Ser “normalzinho”

Hoje foi um dia doido. Não no sentido ruim! Foi apenas um dia atarefado, com alguns empecilhos no meio e, claro, eu enfiando os pés…

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Hoje foi um dia doido. Não no sentido ruim! Foi apenas um
dia atarefado, com alguns empecilhos no meio e, claro, eu enfiando os pés pelas
mãos durante algumas situações. Às vezes, não sei o que fazer e acabo agindo
por impulso… Nem sempre o bom humor é capaz de estar à meu favor, como hoje.
Ultimamente venho me sentindo perdido, sozinho… É como se
fosse só eu e Deus lutando pelos meus objetivos. Aliás, quais são os meus
objetivos? Não consigo enumerá-los, pois o meu foco está nas coisas urgentes e
concretas, tais como como farei pra voltar do trabalho amanhã; se terei que
andar mais 5km até chegar em casa; se terei grana pro lanche da tarde ou terei
que comer bolacha novamente.
Sempre tive em mente que a vida de adulto não era fácil, mas
agora sinto na pele os dramas da idade… De não ter terminado ainda a
faculdade, de não ter um transporte, de a vida amorosa nunca andar, de ser
inseguro com o corpo e a própria aparência.
É muito drama, muito problema, muito egoísmo pra uma pessoa
só.
Só queria ser normalzinho, se é que existe alguém “normal”
no mundo.

2 comments

  1. Oi, Adri!
    Já me senti assim muitas vezes, e o que me ajudou foi buscar canais no youtube com meditações guiadas (programação neuro-linguística, física quântica, essas coisas mais metafísicas). No começo é meio estranho, mas depois que você entra no ritmo, tudo começa a voltar pro eixo. Fazer terapia tbm ajuda muito nisso de encontrar os novos rumos.

    Se precisar/quiser conversar mais sobre isso, estou aqui!

    Um beijo,
    Fernanda Rodrigues | contato@algumasobservacoes.com
    Algumas Observações
    Projeto Escrita Criativa

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