Ele me deu um perdido, siá!

Vamos imaginar uma situação aqui: você começou a conversar com um novo contatinho e o papo fluiu durante alguns dias, mas o dito cujo sumiu….

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Vamos imaginar uma situação aqui: você começou a conversar com um novo contatinho e o papo fluiu durante alguns dias, mas o dito cujo sumiu. Evaporou. Escafedeu-se. Foi para baixa-da-égua, como costumamos dizer aqui no Norte. Tem até um nome na gringa que dão a isso, o tal do “Ghosting”.

Confesso que já não me surpreendo quando os contatinho me dão o tal “perdido”, sumindo sem darem satisfação. Eles não têm a obrigação (e nem a tal da responsabilidade emocional!). E boa sorte na vida, queridos!

Por aqui está bem comum os carinhas quererem me fazer de trouxa. Eu sinto que funciona mais ou menos assim: quando eles não têm companhia ou alguém para conversar, recorrem ao bestão que está pronto, 100% disponível.

(Realmente, posso estar fazendo o papel de besta, mas é que não tenho paciência para joguinhos, onde um demora mais do que outro para responder. Se estou com tempo, vou ser rápido na interação; se estou ocupado, respondo quando surgir uma oportunidade e vida que segue.)

Recentemente, duas situações aconteceram por aqui, ambas casos de ghosting.

1º caso: O moço apareceu e se sentiu muito confortável durante nossas trocas. As conversas não duravam menos do que 30 minutos a cada ligação de voz/vídeo. O problema é que ele tinha o costume de desaparecer por dias/semanas, depois voltando como se nada tivesse acontecido.

2º: Nesse caso, o carinha demorava a responder às mensagens. Eu não dei muita importância a isso, deixando a coisa fluir. Cada um sabe da correria que vive e ninguém tem de ser cobrado por uma resposta. Só que depois de marcarmos um date, ele sumiu. 2 meses depois reapareceu.

Em ambos os casos, eu poderia mandá-los para baixa-da-égua, mas preferi só dar corda para saber até onde vão. E sabe o que percebi?

As pessoas que têm o custume de agirem como ghosting, carregam dentro de si problemas que devem ser resolvidos com elas mesmo. Mas por não saberem como encarar os sentimentos, preferem tentar fazer os outros de trouxas para se sentirem superior. Logo, se um carinha aparecer e sumir por aí, só agradece pelo livramento. É menos um problema na sua vida.

Comecei a fazer terapia para me entender e às essas pessoas que somem do nada, indico o mesmo. Vai ser bom é para vocês mesmo! Vão se tratar, seus loucos!

4 comments

  1. Que bom que está fazendo terapia Adriel, ajuda demais mesmo. Eu confesso que mais agi assim do que passei por situações assim, mas não com pessoas com quem eu tinha conversas e estava construindo um relacionamento. Às vezes sinto que a vibe de alguém não bate com a minha e, como boa sagitariana, pulo do barco. Minha psicóloga foi quem me orientou a dar um tchau ao menos, pra não parecer que morri kkkk Tenho feito isso, acho justo pois gostaria que fizessem comigo.

    Bárbara Cavalcante
    http://barbaradoblog.com/

    1. acho que não custa nada vc deixar claro q não tá à fim de algo sério, sabe?! não vai quebrar um braço, não vai deixar ngm endividado… é só exercer a tal da responsabilidade emocional.

      e sim, a terapia tá sendo incrível!!! <3

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