Bullying, o mau do século XXI

Pequenas palavras, gestos ou até mesmo um olhar, machucam. Não quer ser julgado? Então não julgue. Não quer ser zoado? Então não zoe. A vida…

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Pequenas palavras, gestos ou até mesmo um olhar, machucam.
Não quer ser julgado? Então não julgue. Não quer ser zoado? Então não zoe.
A vida é feita de escolhas… Você prefere ficar no mundo da perversidade? Inútil, hipócrita… Essas palavras definem todas as pessoas que praticam o “Bullying”.
O “Bullying” é o termo que denomina atos de violência física e psicológica (mental). Somente agora, esse fenômeno ficou conhecido no mundo inteiro. A palavra “Bullying” vem do verbo “Bully” que significa: uma pessoa valente, mas na verdade, não passa de covarde, pois procura pessoas que muitas vezes não podem se defender.
As pessoas acham que o “Bullying” é praticado somente no colégio, porém, elas estão enganadas, pois a ação pode acontecer em todo/qualquer lugar: no colégio, em casa, no trabalho.
Atualmente, existem casos em que os próprios professores das escolas, são os praticantes do “Bullying”. Exemplo de “Bullying” professor-aluno:
-Falar com o aluno em tom de voz alto, assim, o intimidando;
-Torturas físicas, como: puxão de orelha, jogar objetos;
-Ameaças de reprovação.
Recentemente, no RJ um ex-aluno de um colégio matou 12 crianças indefesas e de modo covarde. Em cartas, ele diz que sofria “bullying” quando estudava, e que as meninas zoavam da sua cara.
Um jornalista, cujo nome não me lembro, disse que “Welligton estava doente, por isso cometeu o crime. […] Ele precisava de tratamento. Devemos perdoar ele, não somos ninguém para julgá-lo!” Não concordo com ele, pois NADA justifica a atrocidade que o  jovem praticou.
Dessa forma, depois que todo o problema vem à tona, a culpa fica em cima dos pais. Porém, devemos ficar sempre ao lado dos nossos jovens, afinal, eles são muito novos e nem sempre sabem o que estão fazendo.

“Podemos sim, viver no mundo com todas as nossas diferenças, pois a vida é assim, sempre terá pessoas diferentes no meio de tantas iguais.”
Um abraço,

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